sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mohenjo-Daro - O Monte dos Mortos

 A primeira grande civilização a ser considerada pela arqueologia, pelo menos até agora, são os sumérios, com cidades datadas de cerca de 3500 a.c, até então, esta seria a base que formou nossa atual civilização.
 Porém, os Vedas (livros sagrados Hindus) citam cidades com mais de 12.000 anos, e por muito tempo, foram consideradas mito, assim como a Troia de Homero, porém, existe um sitio arqueológico situado no atual Paquistão, de uma cidade tão enigmática, que nem mesmo seu nome pôde ser definido, por não se ter certeza de qual cidade dentre as muitas citadas nos Vedas (e até mesmo em outras culturas) ela pertence, então a nomearam Mohenjo-Daro, traduzindo: O monte dos Mortos.

 Alguns fatos intrigantes nestas ruínas são de que ainda não se chegou a um consenso sobre sua idade, arqueólogos mais conservadores dizem que a cidade foi construída em 2.600 a.c e foi abandonada em 1.700 a.c (calculo estimado), porém estudiosos locais, afirmam que ela seria muito mais antiga que isso, podendo atingir até 12.000 anos (para incluí-la em alguma cidade perdida retratada nos Vedas).
 Outros fatores que são pouco comuns, é o fato de ela não possuir tumbas, lá foram encontrados também, as mais antigas vestimentas de algodão existentes, e pra causar o toque de "mistério" sua escrita pictográfica ainda não foi decifrada, possuía casas de banhos, água quente, casas de dois andares construídas em tijolos cozidos, e sistema de esgoto (provavelmente, em sua época, o único do mundo).
 Acredita-se que a cidade em seu auge, possuía uma população de cerca de 70.000 pessoas. Existem fortes indícios de que eles possuíam rotas de comercio com a mesopotâmia, além de serem artesões e trabalharem com fundição de metais.
 Bom, nada disso é de fato alguma grande descoberta, existem vários sítios em todo o oriente médio muito semelhante, e levando-se em consideração a época, qualquer coisa que a cidade produzisse bem, seria um "grande avanço" ou única no mundo em sua época, o que então estas ruínas têm que realmente a difere das outras?
 O monte dos Mortos - Talvez isso mude e a deixe em um patamar acima. Porque chamar as ruínas de uma cidade tecnicamente avançada de Monte dos Mortos?


 Por que nelas foram encontrados cerca de 40 esqueletos, sem sinal de decomposição óssea, todos no meio da rua e suas posições indicam que a morte teria sido extremamente rápida. Em nenhum dos corpos foram encontrados armas, ou artefatos militares, não havia a "causa" apenas a "morte", em função disso o nome dado a essas ruínas.
 Então já temos um mistério, 40 mortes sem uma explicação lógica, bom, é exatamente ai que esta o ponto real, e o que difere essas ruínas das demais, na região onde se encontraram os esqueletos, foram registrados autos níveis de RADIAÇÃO, níveis que não são comuns de ser registrado, bom, isso é demais? Não existe provas e bla bla bla..., não, existe provas de que alguma coisa em nível nuclear aconteceu lá, como por exemplo as pedras do local estarem vitrificadas, pra entender melhor, a vitrificação ocorre no caso de uma pedra ser aquecida ao extremo, derreter, e logo após se solidificar novamente, esse processo é muito raro na natureza, na realidade, praticamente nulo, apenas em áreas muito próximas a vulcões elas são encontradas, mas também, são facilmente encontradas em áreas que sofreram bombardeio nuclear, como por exemplo o deserto de Nevada, ou áreas próximas a Hiroshima ou Nagasaki.
 Segundo os Vedas, algumas guerras gigantescas ocorreram em um passado distante, e nestas guerras havia explosões equivalentes a "10.000 Sois", levando em consideração de que na época, eles não teriam idéia do que seria uma explosão equivalente a 10.000 Sois, e nesse ponto devemos admitir que houvesse exagero (todo nosso sistema solar ruiria em uma explosão desta magnitude), porém não deixa de ser um relato importante, se levar em consideração o "sol" sentido na terra, e calcular que seja uma média de 30 graus, eles estariam falando de algo em torno de 300.000 graus, ainda parece exagerado? Carbonização imediata não parece um exagero para temperaturas semelhantes, e explicaria a vitrificação ocorrida nas rochas, que na realidade dependeriam de temperaturas muito inferiores.
 Nos livros de Mahabharata existe um texto que se refere a essa guerra, inclusive de forma bem detalhada, que poderia explicar de forma correta o que aconteceu nesta cidade, porém, assim como "A Odisséia" de Homero, estes livros também são considerados mitologia, que não possuem fundamentos científicos, da mesma forma que os livros de Homero, porém Troia que seria tecnicamente um mito foi encontrada, ela saiu dos livros de ficção da antiguidade para ganhar espaço no mundo real.
 Nem é necessário dizer que a ciência refuta qualquer possibilidade de uma explosão nuclear no local (em tempos antigos), o primeiro argumento é de que a concentração radioativa apesar de incomum é um fenômeno natural (ao que parece, tudo o que a ciência não explica, ela define como fenômeno natural), que os corpos poderiam ter morrido das mais variadas formas, que o abandono da cidade se deve a perca de conexão com uma rota comercial (que nem sabem se a rota existia). Até mesmo uma provável mudança de rota de um rio foi considerada, porém, nada de explicar os esqueletos, vitrificação, radiação, nada disso.
Alguns ainda argumentam que esta radioatividade seria em função da proximidade a uma usina nuclear, bom, até seria se a concentração não fosse a apenas um local, e não em toda a redondeza (explicando melhor: a radiação encontrada possui maior concentração e níveis mais elevados  nas proximidades de onde foram encontrados os esqueletos), além disso, parece algo surreal uma usina nuclear "enterrar" seus dejetos em campo aberto, bem no meio de um sítio arqueológico, e fazendo questão de serem próximos a esqueletos, os argumentos até podem ser válidos, já a circunstancia não. Além do mais, este sitio foi descoberto muito antes de a usina ser construída, um "vazamento" nuclear teria infectado todo o sítio e não apenas onde se encontram os corpos.
 Assim como em todos os outros casos em que se não se pode explicar de uma forma coerente e conclusiva, a ciência refuta e ridiculariza (também fizeram isso com Troia).
 Voltando aos livros Indianos, eles também citam que não foi apenas uma cidade queimada por 10.000 sois, foram várias, portanto, se acharam uma (levando-se em consideração que Mohenjo-Daro seja uma delas), é muito provável, que em uma questão de tempo, as outras sejam também encontradas, que seja pelo menos mais uma, e que apresente também níveis radioativos anormais, isso validaria de forma conclusiva o que este escrito nos antigos e sagrados livros indianos (porém ainda iriam contestar a possível explosão).
 Quando procuramos nossas origens, o mais comum é se referir sempre ao mundo ocidental, da a impressão de que o Oriente nem sequer existia, porém sabe-se que era mantida uma rota comercial, então, devemos também olhar para os textos orientais da mesma forma como olhamos os textos ocidentais, como a Bíblia, a Odisséia, entre outros, e tentar usar o máximo possível e fontes, assim teremos informações mais completas, e tentar eliminar a possibilidade de erro.
 Para a nossa sorte, os livros orientais não foram destruídos como os ocidentais foram no incêndio de Alexandria, e, portanto, estão intocáveis, mantendo os textos e conceitos originais, e ainda mais, com muita gente podendo ler, interpretar, traduzir e o mais importante, trazer a publico tudo o que esta escrita lá.
 Quando se trata de tantas evidencias, fica mais complicado contestar, não se trata de invenção ou de delírio, nada do que foi descrito acima foi inventado, e sim comprovado com bases cientificas e arqueológicas, a ciência pode até contestar, mais ela mesma confirma a radiação, assim como a semelhança das ruínas com os destroços de Hiroshima.
 O grande problema na realidade é que não existe como a ciência admitir viagens no tempo, ou uma intervenção extraterrestre, ou uma civilização antiga com uma tecnologia avançada, até mesmo mais avançada que a nossa, para a ciência estas possibilidades são mitos (novamente, igual Troia que seria um mito), o mais estranho é que a própria ciência produz estes mitos, teorias que não se comprovam, tentativas frustradas de explicar perguntas simples como quem somos? De onde viemos? Ou melhor, ainda, quem teríamos sido? Nem mesmo esta ultima a ciência responde de forma convincente. Teorias como o BigBang explica a origem do universo, porém a origem do nosso planeta não é explicado (nem mesmo como surgiu a vida em nosso planeta possui explicação, o que existe é apenas especulação), pela ciência, o planeta se formou ao acaso(assim como a vida), um conceito que a própria ciência desconhece, pois pela ciência tudo é lógico, porém isso não se aplica ao acaso (acaso é uma palavra que causa constrangimento? tudo bem, então vamos usar fenômeno natural)
 Então aparecem os "Discípulos de Sagan"(que odeiam serem rotulados desta forma, porém é a melhor definição para explicar tal nível de ceticismo) e julgam a todos, se consideram acima até mesmo do próprio Sagan(que o consideramos brilhante, porem humano, passível de falhas como qualquer outro), taxam pesquisadores, historiadores, arqueólogos de serem tendenciosos, de loucos, que são pseudo-cientistas, ou seja uma erva - daninha da ciência, porém são normalmente estes que levam o assunto a fundo, e mesmo criticados, depois de muita luta conseguem provar sua idéia, sua visão, seus fundamentos (assim como Copérnico, como Graham Bell, como Thomas Edson, entre muitos outros que eram desacreditados)
 Restam-nos esperar que como por milagre, surja um destes pseudo-cientistas e consigam comprovar o que aconteceu com Mohenjo-Daro de forma convincente, já que os pseudo-sabem-tudo não conseguem.
 Nos vedas existem muitas coisas sem qualquer tipo de explicação plausível, como uma guerra "nas nuvens", maquinas voadoras, seres que desceram do céu, e muitas outras coisas que são apenas consideradas mitos, assim como também é considerado mito Adão, Hercules, Zeus, etc.
 Porém devemos entender que nossos antepassados não eram burros, eles apenas não possuíam uma definição tão especifica como nós temos hoje, ou seja, eles explicavam como podiam, e em muitos casos, fatos reais são confundidos com a mitologia (ou melhor, dizendo, a religião local).
 Quando se tem apenas um argumento, sim, podemos crer que seja um fato isolado, causado ao acaso (assim como a criação do nosso universo), porém quando se tem vários indícios, em vários cantos do mundo, rompendo barreiras como a distancia ou o idioma, ai sim, deveria no mínimo dar a estes fatos a importância que eles merecem.


Agora imagine alguém afirmando que há 12.000 anos houve uma imensa guerra nuclear e que esta guerra dizimou várias cidades, e talvez até mesmo Atlântida, o que aconteceria com esta pessoa? Bom, não seria um arqueólogo ou físico, antropólogo ou qualquer outro que tenha um diploma, ele não iria se expor ao ridículo, mesmo tendo certeza absoluta de sua argumentação.

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